Servidão de passagem

Para o vereador Banha, em razão da crise que o país atravessa, é normal que as áreas sociais sejam contempladas com verbas maiores. O parlamentar emedebista sustentou que o município, por sua importância geopolítica e econômica do País, e que tem o maior Porto da América Latina, não pode se comportar como uma cidade de servidão de passagem. “É necessário se impor para incrementar outras fontes de arrecadação junto aos governos estadual e federal com cotas maiores do IPVA e ICMS”, reforçou Banha, que lembrou ainda, que a cidade poderia amealhar mais recursos com a liberação para a perpetuação de quase 3.200 campas, nos cemitérios da Cidade, que injetaria cerca de R$ 15 milhões, que seriam reinvestidos na manutenção das necrópoles e dos túmulos.