Na defesa da empresa de ônibus, o líder do governo na Câmara, Adilson Júnior (PDT) já alardeou que a concessionária do transporte público tem suas planilhas de custos e não pode sair dando isenções por conta de impactos no sistema. “De fato a tarifa é cara, mas era para ser mais cara. Pelas justificativas e pleitos da concessionária, era para ser muito mais As planilhas são complicadas, mas elas existem. Temos que saber de onde será tirado esse subsídio. De onde vai sair? Do orçamento da Saúde, da Educação, da Secretaria de Esportes? Porque é muito fácil a gente aprovar isso, gerar uma expectativa nas pessoas, a Prefeitura depois vetar e a gente acabar acatando o veto”. O projeto segue em discussão.
Na defesa
E, por falar em Santana, pode-se dizer que ele tem tido participação acima de sua média ao longo das últimas sessões. Sergio Santana também foi pivô de uma discussão na semana passada sobre enquete realizada pela apresentadora Fátima Bernardes, da TV Globo. Fátima perguntou aos participantes do programa que apresenta sobre quem deveria ter prioridade em um hospital: um “traficante em estado grave” ou um “policial levemente ferido”. Policial reformado, o vereador Sergio Santana apresentou na tribuna do plenário um papel escrito “Escolho salvar o policial”. Para Santana, a intenção da apresentadora foi “denegrir a força policial nas redes sociais”.