Desde 2015, um decreto assinado pelo prefeito Paulo Alexandre Barbosa obriga todos os projetos de construção de edificações públicas municipais, elaborados pela Administração ou mediante contratação, a contemplar estudos e medidas para adoção de sistemas de aproveitamento das águas pluviais.
A água captada e armazenada nas edificações é destinada a irrigação paisagística, combate ao fogo, descarga de vasos sanitários, sistemas de ar-condicionado, lavagem de pisos, calçadas, pátios, ruas, veículos, mobiliário urbano e equipamentos públicos. Antes do decreto, a maioria desses serviços utilizava água potável.
Além de diminuir o uso da água potável, os sistemas de retenção das águas pluviais têm o objetivo de reduzir a velocidade do escoamento das águas da chuva, controlar a ocorrência de inundações e minimizar os problemas das vazões de cheias.
Hoje, dez equipamentos públicos possuem sistema de reuso de água – sendo nove de captação da água da chuva e um sistema de filtragem.
