Oitava balsa deve ser entregue em agosto

Com a entrega da FB-11, o sistema fica agora com sete balsas, que serão usadas de acordo com a demanda

A Desenvolvimento Rodoviário S/A (DERSA) entregou ontem (29) a sétima balsa (FB-11) que passa a operar na Travessia Santos/Guarujá, a mais movimentada do Estado.

Com a entrega, falta apenas uma para que a travessia entre Santos e Guarujá opere com a capacidade total (oito balsas). A previsão é que até o fim de agosto a oitava embarcação – que também passa por reparos – seja entregue.

A FB-11 recebeu raspagem do casco, novos eixos e buchas, novos equipamentos de salvatagem, nova pintura e quatro novos motores, que fazem parte de um total de 30 motores zero quilômetro adquiridos no início do ano pela atual gestão da empresa, com investimento de mais de R$ 10 milhões do Governo do Estado.

Com a conclusão dos serviços, que duraram 70 dias, a FB-11, com capacidade para transportar até 36 veículos, teve o Certificado de Segurança da Navegação (CSN) renovado, ou seja, está devidamente vistoriada e autorizada pela Marinha do Brasil.

Com a entrega da FB-11, o sistema fica agora com sete balsas, que serão usadas de acordo com a demanda.

Quando a nova gestão da DERSA assumiu, em janeiro deste ano, eram cinco. O sexto ferryboat foi entregue em março e já garantiu uma capacidade operacional maior à travessia. Com a FB-11 também incorporada à frota, a expectativa é que a capacidade operacional salte de 540 veículos/hora/sentido para 630 veículos/hora/sentido. Um aumento de quase 17%.

Ainda em conserto

Sete embarcações ainda estão em reforma, sendo quatro balsas e três lanchas. Mas, desse total, apenas uma será destinada a travessia Santos/Guarujá, já que os equipamentos restantes contemplam as outras travessias administradas pela DERSA.

Todas os reparos deverão ser concluídos de forma gradativa até o fim do ano.

Durante o Carnaval, em março deste ano, a DERSA já havia entregado outras quatro embarcações, sendo três balsas reformadas (uma para a Travessia Santos/Guarujá, uma para a Travessia Cananéia/Ilha Comprida e uma para a Travessia Iguape/Juréia) e uma lancha de passageiros para a Travessia São Sebastião/Ilhabela.

Outro destaque são as manutenções, mais eficientes, de acordo com a DERSA. Isso porque os trabalhos agora ocorrem também em período noturno, impactando o menos possível na operação das balsas durante o dia.