Um bacharel em Direito de 77 anos, a mulher dele, de 33, e dois filhos adolescentes do casal, de 16 e 14, foram detidos pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (18), em uma casa no Jardim Imperador, em Praia Grande, onde funcionava uma central de produção sofisticada de documentos falsos.
O flagrante, realizado pela equipe do delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, e do investigador-chefe, Paulo Carvalhal, foi um dos principais destaques da operação regional deflagrada pela Polícia Civil entre quarta e esta quinta-feira.
Perícia do Instituto de Criminalística (IC) apurou, preliminarmente, que os documentos, incluindo passaportes internacionais, aparentam serem aptos para seus propósitos, “não sendo fácil a constatação da falsidade”.
A suspeita é de que os documentos eram usados por terceiros para abertura de contas bancárias, cadastros em operadoras de telefonia, provedores de internet, obtenção de empréstimos e créditos financeiros.
Mais informações sobre este flagrante e sobre a operação em geral são noticiados ainda hoje pelo Diário.
