“Esses 12 anos esperando justiça foram longos demais. Nesse meio tempo meu marido se foi de tristeza. As nossas vidas não foram iguais. Nada mais é igual. Então a gente esperava justiça para que um dia a gente pudesse agradecer. Não foi em vão o que eu fiz ou o que nós fizemos”.
O pronunciamento é de Maria de Fatima Polisson, de 66 anos, após 12 anos de espera pela prisão de Cristiano Aleixo, acusado de matar o filho dela, Daniel Polisson, em roubo em Guarujá no ano de 2009.
Ela, que com buscas próprias foi fundamental para a Polícia Civil chegar ao paradeiro, em Canudos, na Bahia, deu entrevista em vídeo à Reportagem do Diário do Litoral na tarde desta quarta-feira.
“É um alívio de saber que ele está preso e a gente vai ter paz. Eu espero de fundo do coração que a justiça seja feita”, declarou.
