Martinelli, no centro de SP, é concedido e terá mirante em 1 mês

O local deve ter seu mirante aberto dentro de um mês, e suas demais dependências, em um ano

Para o prefeito Ricardo Nunes, a concessão do Edifício Martinelli coloca a cidade de São Paulo em um elevado patamar como local de visitação

Para o prefeito Ricardo Nunes, a concessão do Edifício Martinelli coloca a cidade de São Paulo em um elevado patamar como local de visitação | Heloisa Ballarini/Secom

O terraço do Edifício Martinelli, localizado na rua São Bento, no centro de São Paulo, teve o contrato de concessão ao Grupo Tokyo assinado pela prefeitura nesta sexta-feira (16). O evento contou com a presença do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

O local deve ter seu mirante aberto dentro de um mês, e suas demais dependências, em um ano.

No imóvel poderão ser realizados eventos privados e com entradas gratuitas, que serão permitidas pelo menos uma vez por semana.

A população terá acesso não só ao terraço no 26º andar, mas às dependências no 25º, 27º e 28º andares, além de um espaço no piso térreo.

Para Nunes, a concessão do Edifício Martinelli é um passo importante para a revalorização do centro.

“Este é um passo importante para a recuperação do centro. É resultado de um esforço muito grande da nossa equipe, junto com o governador Tarcísio, para que possamos revitalizar a região e torná-la mais bonita. O projeto da Tokyo é inovador e será um sucesso. Aqui será uma das áreas mais instagramáveis da cidade”, garantiu.

O Grupo Tokyo, que venceu a licitação, terá 60 dias para apresentar um plano de intervenção e ficará responsável pelo espaço nos próximos 15 anos. O acordo com a prefeitura é de R$ 61,3 milhões, além de outros valores a serem recebidos que consideram, por exemplo, o faturamento da empresa com a exploração daquela área.

A concessão obriga a empresa responsável pelo espaço a restaurar suas dependências, implantar melhorias de acessibilidade, segurança e zeladoria e também implementar o serviço de visitação pública.

Todas as intervenções deverão respeitar os parâmetros urbanísticos, edilícios e de tombamentos vigentes, garantindo acessibilidade universal, seguindo determinação do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp).