Governo de SP inicia estudos de privatização da Emae

Levantamento de avaliação, estruturação e execução da alienação de ativos mobiliários são executados pelo Consórcio Nova Emae Genial

Tarcísio de Freitas, governador do estado de São Paulo

Tarcísio de Freitas | Rogério Cassimiro/Governo de SP

O Governo de São Paulo  e os consultores do Banco Genial fizeram nesta quarta-feira a primeira reunião de trabalho para a elaboração dos estudos de pré-viabilidade e modelagem da privatização da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae). A concessão da empresa é uma das prioridades iniciais da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos).

A instituição financeira integra o “Consórcio Nova Emae Genial”, que venceu a licitação. Os estudos envolvem a avaliação, estruturação e execução da alienação de ativos mobiliários detidos direta e indiretamente pelo Governo de São Paulo no âmbito da Emae.

A iniciativa integra o Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP). Ao todo, são 17 propostas, que podem alcançar investimentos de até R$ 192,3 bilhões.

Em abril deste ano, O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) liberou a estruturação da privatização da Emae, disse o governador Tarcísio de Freitas, estimando que a venda deverá ocorrer até o fim deste ano.

A Emae é uma sociedade anônima de capital aberto controlada pelo Estado de São Paulo e que atua no setor de geração de energia hidrelétrica. Ela opera usinas hidrelétricas e termelétrica, barragens, represas, usinas elevatórias, além dos Canais Pinheiros e Guarapiranga, além das represas Billings e Guarapiranga – todos na Grande São Paulo.

O estado de São Paulo detém 97,6% das ações ordinárias da Emae, ou 39,0% do capital total.