O Ministério Público do Trabalho (MPT), pelas mãos do procurador Rodrigo Lestrade Pedroso, coordenador da Procuradoria Regional do Trabalho 2ª Região, deu cinco dias de prazo para que a Estrutural Engenharia se manifeste sobre os 30 trabalhadores abandonados na porta da Subestação Domenico Rangoni da Empresa Litorânea de Transmissão de Energia S.A – ELTE.
A reportagem foi publicada com exclusividade pelo Diário na última quarta-feira (5). Os trabalhadores(as) das mais diversas áreas de atuação ainda estão passando fome e sem direitos trabalhistas cumpridos.
Eles permanecem reunidos em protesto numa das vias de acesso à marginal da Rodovia Domênico Rangoni, em Guarujá, em frente à área em que deveriam estar prestando serviços em suas áreas de atuação.
São serventes, carpinteiros, pedreiros, socorristas, enfermeiras, controladores de portarias, engenheiro, biólogo e outras funções, a maioria do Nordeste brasileiro, que vieram para trabalhar nas fundações da subestação e estruturas metálicas para linhas de energia.
Eles chegaram dia 18 de maio último e foram registrados no dia 22 daquele mês. Foi prometido salários (média de R$ 2.300,00) e horas extras, cartões de alimentação (R$ 300,00) e outros benefícios trabalhistas. Mas nada foi cumprido e o fornecimento de alimentação foi cortado há uma semana. A Estrutural já informou à Imprensa que vai regularizar a situação dos trabalhadores.
