Tarcísio diz que quem confrontar PM na Baixada Santista ‘vai se dar mal’

Ele disse que governo "não quer o confronto", mas garantiu que a polícia está preparada para enfrentar os criminosos

Tarcísio de Freitas disse que quem confrontar PM na Baixada 'vai se dar mal'

Tarcísio de Freitas disse que quem confrontar PM na Baixada 'vai se dar mal' | Divulgação/Governo do Estado

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Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, defendeu a ‘Operação Verão’ da Polícia Militar, na Baixada Santista. Com 38 mortes desde o início do mês, a operação é a mais letal de São Paulo desde o massacre do Carandiru. Ele disse que governo “não quer o confronto”, mas garantiu que a polícia está preparada para enfrentar os criminosos.

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Na semana passada, o secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite revelou que a Operação Verão irá continuar na Baixada Santista.

“Interessa para nós prender, porque um criminoso preso, é uma fonte de informação. […] O combate, infelizmente, é um combate duro”, disse, durante a chegada do tatuzão nas obras de extensão da Linha 2-Verde do Metrô.

“A gente não quer o confronto. Mas a polícia está preparada para o confronto. E quem confrontar, vai se dar mal”, disse Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo.

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Governador disse confiar no trabalho da PM. Questionado sobre denúncias de violação de direitos humanos e falhas da PM, Tarcísio disse que “as pessoas daquela comunidade são pressionadas pelo próprio tráfico de drogas para dizer isso ou aquilo”.

Sobre o combate ao crime organizado, Tarcísio disse que o governo “está travando um combate contra o crime organizado, que tomou espaços do nosso território. Esse combate é duro, esse combate é difícil. É um combate que está sendo orientado por inteligência”, garantiu.

“Seria muito fácil para nós ver o que está acontecendo: traficantes armados de fuzil, armados de pistola, e dizer ‘não vou combater’ porque isso, de repente, gera uma repercussão negativa na mídia. Tem uma pressão da imprensa e não quero essa pressão. E muitos fizeram isso no passado. Nós resolvemos: eu vou combater porque nós queremos devolver os espaços para o cidadão”, jsutificou.