Ultrassom de emergência na UPA: apenas três cidades brasileiras fazem; saiba quais

Em grande parte das capitais, as UPAs não possuem sequer os aparelhos convencionais de ultrassonografia

Em grande parte das capitais, as UPAs não possuem sequer os aparelhos convencionais de ultrassonografia

Em grande parte das capitais, as UPAs não possuem sequer os aparelhos convencionais de ultrassonografia | Unsplash/Elen Sher

Belo Horizonte, Salvador e São Paulo são as únicas cidades entre as 26 capitais brasileiras a realizarem o ultrassom de emergência nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). A ultrassonografia é responsável por diagnosticar situações de risco, como casos de insuficiência e parada cardiorrespiratória, além de politraumatismo.

Com atendimentos gratuitos para a população, as UPAs funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana. São atendidos pacientes em condições mais leves até as mais graves, incluindo casos cirúrgicos e traumáticos, os quais são posteriormente encaminhados a um hospital.

Em grande parte das capitais, as UPAs não possuem sequer os aparelhos convencionais de ultrassonografia. Portanto, quando o paciente precisa do serviço, é necessário incluí-lo na fila para que possa ser atendido em um hospital.

Possuir um aparelho de ultrassom à disposição no pronto atendimento pode fazer a diferença em certos casos. Por exemplo, ao chegar com insuficiência respiratória aguda, ou seja, sem conseguir respirar direito, o paciente terá um diagnóstico preciso mais rapidamente e, consequentemente, conseguirá iniciar o tratamento antes que o quadro possa piorar. 

Entre as cidades que oferecem o serviço, Salvador (BA) está na frente, com 9 das 20 UPAs dispondo da tecnologia. Já em Belo Horizonte (MG), 4 das 9 UPAs possuem o equipamento, enquanto na cidade de São Paulo apenas 4, das 30 unidades, realizam o procedimento.