Um técnico em manutenção de aeronaves de Alberta, no Canadá, criou uma fusão inusitada e criativa entre os mundos dos automóveis e da aviação. Trata-se da união de uma Kombi VW T1 a partes de um helicóptero Airbus H125, dando vida a um veículo híbrido que impressiona pelo visual e originalidade.
A ideia surgiu como parte de sua série chamada “Frankenopter”, que mescla um design retrô com elementos aeronáuticos.
Como foi realizado
Para conceber este projeto, Teschke usou a estrutura de um helicóptero H125 sucateado e a carcaça danificada de uma Kombi T1 com janelas divididas.
Foi necessário refazer meticulosamente toda a carroceria do veículo para integrá-la ao corpo traseiro do helicóptero, ampliando as aberturas dos faróis para melhorar a visibilidade e adicionando janelas extras no teto.
O toque final foi uma pintura em dois tons, com elegantes faixas vermelhas e um para-choque branco que combina com os esquis de pouso do helicóptero.
Ele funciona?
Mesmo que ele tenha exigido um esforço considerável para que as peças fossem acopladas à Kombi, o modelo não conta com a capacidade de decolagem.
O intuito do projeto foi apenas criar uma escultura mecânica para decorar o quintal de Chuck.
O próprio chegou a explicar que o sonho sempre foi criar algo único, mas não necessariamente funcional. A KombiCóptero é uma obra de arte que celebra sua paixão por veículos e aeronaves, muito mais do que um meio de transporte.
O que faz um veículo ser ‘colecionável’?
Muitos veículos podem ser considerados colecionáveis. Segundo as normas da Federação Internacional de Veículos Antigos (FIVA), qualquer veículo que tenha 30 anos ou mais é automaticamente considerado de coleção.
A entidade contempla oito classes de veículos colecionáveis, que vão dos antigos (fabricados até dezembro de 1904) à categoria H (com 30 anos ou mais). Neste cenário, os veículos com 80% de originalidade estão aptos a receber uma placa diferenciada.
