Quem hoje está na casa dos 50 ou 60 anos pode se reconhecer em um ponto positivo destacado pela Psicologia. Um estudo citado pelo jornal francês Ouest-France indica que pessoas nascidas nas décadas de 1960 e 1970 desenvolveram capacidades mentais que se tornaram menos frequentes nos dias atuais.
Segundo a pesquisa, essas características surgiram em um contexto de vida mais simples, mas também mais exigente. O cotidiano oferecia menos soluções prontas e obrigava crianças e jovens a lidar com desafios constantes.
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A ausência de telas e a necessidade de assumir responsabilidades desde cedo tiveram papel decisivo nesse processo.
Como resultado, qualidades como paciência, autonomia e tolerância à frustração foram mais estimuladas, algo que hoje aparece com menos intensidade em gerações mais novas.
Galeria: os traços psicológicos mais comuns nessas gerações
Um aprendizado que atravessa o tempo
O estudo destaca que não se trata de idealizar as décadas de 1960 e 1970, que também foram marcadas por dificuldades e desigualdades sociais.
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A proposta é mostrar que alguns aspectos desse modo de vida continuam relevantes. Conforme o artigo, que também teve repercussão no portal argentino Infobae, o avanço tecnológico nem sempre caminha junto com maior equilíbrio emocional ou força mental.
