Cientistas alertam que a Terra enfrenta uma perda de vida sem precedentes agora. Diferente dos dinossauros, o motivo atual somos nós, seres humanos. Esse processo avança de forma discreta, porém devastadora para o ecossistema global hoje no mundo.
O rastro de espécies que o mundo perdeu
A musaranha-das-Ilha Christmas sumiu após a chegada de espécies invasoras rapidamente. Além dela, animais como os bandicotes australianos desapareceram completamente da natureza selvagem.
Esses pequenos marsupiais não resistiram aos predadores introduzidos pelo homem no passado recente de lá.
Na África, o caracol-cone também deixou de existir recentemente na costa marítima. Enquanto isso, o maçarico-de-bico-fino parou de cantar em suas longas migrações.
Atualmente, a Lista Vermelha aponta que muitos seres avaliados correm o sério risco de sumir.
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O dilema científico de reverter o fim
Contudo, existe uma esperança chamada de “desextinção natural” pela ciência moderna.
O celacanto é o maior exemplo disso, ressurgindo após milhões de anos. Por outro lado, a engenharia genética busca recriar animais em laboratórios de ponta atualmente no planeta.
Pesquisadores já trabalham para reconstruir o genoma de lobos-terríveis (Aenocyon dirus) hoje em dia.
Esse avanço gera discussões éticas profundas sobre o papel da humanidade. Afinal, interferir na história natural do planeta exige muita cautela e grande responsabilidade ambiental das pessoas.
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