Promessa do taekwondo brasileiro, Cauã Batista, morre aos 18 anos

Ele morreu na noite desta terça-feira (24), após uma semana internado no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.

Grande esperança brasileira na renovação da seleção de taekwondo, o atleta Cauã Batista Gomes Este, de 18 anos, morreu na noite desta terça-feira após uma semana internado no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.

Cauã estava internado no Hospital Municipal Miguel Couto. Nos últimos dias, familiares, amigos e integrantes da comunidade esportiva mobilizaram campanhas de doação de sangue nas redes sociais.

Representante da categoria adulto até 63 quilos, o jovem da equipe Soares Team se preparava para disputar a Seletiva Aberta Nacional, marcada para 26 de fevereiro.

Nota oficial da confederação

A Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD) divulgou nota lamentando profundamente a morte do atleta.

‘Jovem talento do taekwondo brasileiro, Cauã era um atleta conhecido pela dedicação, pelo respeito e pela paixão ao esporte, querido por todos os que tiveram a oportunidade de acompanhá-lo dentro e fora das competições’, destacou a entidade.

A confederação também prestou solidariedade à família, amigos e à comunidade do taekwondo.

Homenagens das equipes

A Soares Team, onde Cauã treinava desde os 9 anos, publicou mensagem emocionada de despedida.

Segundo a equipe, o atleta foi exemplo dentro e fora do dojang (local de treino), descrito como competidor incansável e disciplinado.

Em homenagem, a academia anunciou que adicionou uma estrela ao seu emblema, simbolizando o legado deixado pelo jovem.

A equipe Alcateia, onde Cauã havia realizado intercâmbio de treinos neste mês para se preparar para a seletiva, também manifestou pesar.

‘A vida é um sopro… No início do mês, Cauã esteve treinando conosco e foi um intercâmbio incrível. Vai em paz, guerreiro’, publicou a academia.

Promessa interrompida

Considerado uma das apostas da nova geração do taekwondo brasileiro, Cauã acumulava reconhecimento pelo talento técnico e pela postura respeitosa nas competições.

Sua morte gerou comoção entre atletas, treinadores e dirigentes do esporte.

A comunidade do taekwondo brasileiro permanece em luto pela perda precoce de um atleta que carregava não apenas medalhas e títulos em potencial, mas também admiração e respeito por onde passou.