Não nasci em Hollywood: conheça os atores que são de fora dos Estados Unidos e venceram o Oscar

Embora pareça bastante comum isso acontecer, essa situação aconteceu em momentos específicos da Academia

Embora seja raro, alguns astros que não são estadunidenses já conseguiram vencer o Oscar de atuação em diferentes ocasiões. Mesmo que alguns deles tenham atuado em produções dos Estados Unidos — como é o caso de Cillian Murphy —, o reconhecimento para algumas nações foi histórico.

Por outro lado, em casos como o de Roberto Benigni, a vitória aconteceu por um trabalho italiano, e não estadunidense.

Quais estrangeiros venceram o Oscar por produções feitas fora dos EUA?

Essa lista não chega a ser extensa, visto que isso raramente acontece na Academia.

A primeira vitória de uma atriz estrangeira em filme não lusófono foi da italiana Sophia Loren, por seu trabalho em “Duas Mulheres”, em 1962. Algo que voltou a ocorrer apenas em 1999, quando o italiano Roberto Benigni venceu por “A Vida é Bela”.

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Nove anos depois, em 2008, a francesa Marion Cotillard venceu por seu trabalho como Édith Piaf em “Piaf – Um Hino ao Amor”. Já a sul-coreana Youn Yuh-jung conseguiu sua vitória por “Minari” em 2021 (referente à edição de 2020).

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Estrangeiros que ganharam o prêmio por longas feitos nos Estados Unidos

Agora a lista aumenta um pouco, visto que alguns recordistas da Academia são nomes nascidos fora dos Estados Unidos que construíram carreira no país. Um destes casos é Daniel Day-Lewis, britânico que venceu o Oscar por seus trabalhos em “Lincoln”, “Sangue Negro” e “Meu Pé Esquerdo”.

Outro britânico, o veterano Anthony Hopkins, não apenas ganhou o “careca dourado” por “O Silêncio dos Inocentes”, como sua vitória por “Meu Pai”, em 2021, o fez ser o ator mais velho a ser reconhecido pela Academia, aos 83 anos.

Ainda na região do Reino Unido, outros vencedores são Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”), Olivia Colman (“A Favorita”) e Cillian Murphy (“Oppenheimer”).

Na Austrália, temos mais um fato curioso, já que é o país de origem do ator Heath Ledger, vencedor de um Oscar póstumo por “Batman: O Cavaleiro das Trevas”. Na mesma nação, Cate Blanchett venceu por seus trabalhos em “Blue Jasmine” e “O Aviador”, enquanto Nicole Kidman levou por “As Horas” e Geoffrey Rush por “Shine – Brilhante”.

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Na Espanha, os únicos vencedores são Javier Bardem, por “Onde os Fracos Não Têm Vez”, e sua esposa Penélope Cruz, por “Vicky Cristina Barcelona”.

Já o austríaco Christoph Waltz venceu duas vezes por suas colaborações com Quentin Tarantino em “Bastardos Inglórios” e “Django Livre”. Enquanto a teuto-américo-britânica, Luise Rainer, levou por “Ziegfeld – 0 Criador de Estrelas” e “Terra dos Deuses”.

Em território francês, também tivemos nomes como Jean Dujardin, por seu trabalho em “O Artista”, e Juliette Binoche, por “O Paciente Inglês”.

Já a atriz Michelle Yeoh, nascida na Malásia, levou o prêmio por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, e o finado ator Haing S. Ngor por “O Gritos do Silêncio”.

Considerada uma das mais famosas atrizes da atualidade, a sul-africana Charlize Theron venceu o Oscar por seu trabalho em “Monster – Desejo Assassino”, enquanto a mexicana-queniana Lupita Nyong’o levou pelo seu aclamado trabalho em “12 Anos de Escravidão”.