Uma cidade do litoral de São Paulo tem sua população vivendo mais em apartamentos do que em casas, como mostram os dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se de Santos, que possui 63,45% dos munícipes vivem nesse tipo de moradia.
Na sequência, aparecem os municípios de Balneário Camboriú (SC) com 57,22% e São Caetano do Sul (SP) com 50,77%. Só que o cenário nacional geral não se mostra indo para a mesma tendência.
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Ranking
Além das cidades mencionadas, o ranking completo divulgado pela análise do Censo 2022 foi composto pelos seguintes municípios:
- Santos (SP): 63,45%
- Balneário Camboriú (SC): 57,22%
- São Caetano do Sul (SP): 50,77%
- Vitória (ES): 45,4%
- Porto Alegre (RS): 42,36%
- Viçosa (MG): 41,68%
- São José (SC): 41,05%
- Niterói (RJ): 40,2%
- Itapema (SC): 38,76%
- Florianópolis (SC): 38,64%
Casas
Mesmo que em um primeiro momento pareça que o Brasil está repleto de apartamentos, os dados do Censo mostram o oposto, pois 84,8% da população ainda vive em casas. Enquanto por outro lado 25,2 milhões ainda vivem em apartamentos.
Dentro deste montante foram visitados 59,6 milhões dessas casas, nas quais residem 171,3 milhões de pessoas. No caso, Piauí é o estado onde há a maior concentração de casas: 95,6%.
É importante destacar que em 2022 o Brasil estava com 203 milhões de habitantes.
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No Brasil
Mesmo que estes municípios citados anteriormente liderem o número de apartamentos, esse não é o cenário do Brasil, visto que este montante acaba se reduzindo para 12,5% da população do país, ou seja, 25 milhões de pessoas residem neste tipo de moradia.
De 2000 a 2010, a quantidade de moradores em apartamentos passou de 7,6% para 8,5%. Em 2022, este número subiu para 12,5%.
Entre as regiões, o Sudeste é onde mais pessoas vivem em apartamentos, com 16,7% da população, já no Norte, apenas 5,2% dos cidadãos moram neste tipo de residência.
Em uma análise geral, além das casas e apartamentos os brasileiros estão morando em:
- Casas de vilas ou condomínios: 2,4%
- Cômodos ou cortiços: 0,2%
- Habitações indígenas sem parede ou malocas: 0,03%
- Estrutura residencial permanente degradada ou inacabada: 0,04%
