GREVE: 4 das 6 cidades atendidas pela Terracom já estão com 100% do efetivo em atividade

Justiça determina que 70% dos trabalhadores retornem ao trabalho nesta terça-feira (17); sindicato fala em coletiva ainda nesta manhã

Assembleia da categoria definiu o retorno ao trabalho nesta terça-feira (17)

Assembleia da categoria definiu o retorno ao trabalho nesta terça-feira (17) | Reprodução/Instagram

O grupo Terracom Construções confirmou nesta terça-feira (17) o retorno dos serviços essenciais com mínimo de 70% do efetivo em atividade.

A medida segue determinação da Justiça do Trabalho, que reconhece a essencialidade dos serviços de limpeza urbana e a necessidade de manutenção das atividades em benefício da população.

Ainda segundo nota encaminhada ao Diário, a empresa garantiu que quatro das seis cidades já estão com 100% do efetivo em atividade após a realização das assembleias. Confira:

  • Praia Grande (Consórcio PG Eco Ambiental): 100% do efetivo em atividade;
  • Cubatão: 100% do efetivo em atividade;
  • Bertioga: 100% do efetivo em atividade;
  • São Vicente: 100% do efetivo em atividade;
  • Santos: varrição com 100% do efetivo e coleta com 70%, conforme deliberação em assembleia;
  • Guarujá: 70% do efetivo em atividade.

Além disso, o grupo Terracom Construção reforçou que, em relação ao Programa de Participação nos Resultados (PPR), os valores foram apurados e pagos em conformidade com os critérios estabelecidos em Acordo Coletivo de Trabalho, com base em metas previamente definidas e de conhecimento da categoria.

“O Grupo Terracom permanece à disposição da Justiça do Trabalho e do sindicato para quaisquer esclarecimentos necessários”, explica. 

Assim como foi divulgado pelo Diário, uma nova audiência para decidir a continuidade da paralisação está marcada para o dia 20 de março. “Até lá, os serviços seguem sendo prestados, conforme determinação judicial”, garante a empresa.

Entrevista coletiva no Sindicato

O Sindicato dos Trabalhadores em Asseio e Conservação e Limpeza Urbana da Baixada Santista convocou uma coletiva nesta terça-feira (17), às 11h30, para tratar da paralisação dos serviços de coleta de lixo em seis cidades da região.

O presidente do sindicato, André Domingues, dará detalhes sobre os motivos da paralisação, as reivindicações da categoria, os impactos do movimento para a população e os resultados das negociações com a empresa.

Funcionários pedem transparência 

Os funcionários da limpeza urbana de seis cidades da Baixada Santista começaram o dia útil desta segunda (16) de braços cruzados.

Afetando diretamente a coleta de lixo, colaboradores da empresa Terracom Construções exigem mais transparência nos valores pagos no PPR, referente ao ano-base de 2025.

Veja também: Prefeitura de Praia Grande se pronuncia sobre greve na coleta de lixo na Baixada Santista

Em resposta, a empresa ingressou com medida judicial no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região para contestar a paralisação de trabalhadores da limpeza urbana.

Em nota, a empresa aponta que a paralisação foi considerada “ilegítima”, pois, na avaliação do grupo, não atenderia aos requisitos estabelecidos pela Lei de Greve nº 7.783/1989 para interrupção de serviços essenciais, como a comunicação prévia e a garantia de manutenção das atividades indispensáveis à população.

O Siemaco Baixada Santista defendeu: “Classificar o movimento como ‘ilegitimo’ ignora o direito constitucional de organização sindical e mobilização dos trabalhadores. A categoria presta um serviço essencial à saúde pública e ao bem-estar da população da Baixada Santista”, conclui.

GREVE: 4 das 6 cidades atendidas pela Terracom já estão com 100% do efetivo em atividade

Justiça determina que 70% dos trabalhadores retornem ao trabalho nesta terça-feira (17); sindicato fala em coletiva ainda nesta manhã

Assembleia da categoria definiu o retorno ao trabalho nesta terça-feira (17)

Assembleia da categoria definiu o retorno ao trabalho nesta terça-feira (17) | Reprodução/Instagram

O grupo Terracom Construções confirmou nesta terça-feira (17) o retorno dos serviços essenciais com mínimo de 70% do efetivo em atividade.

A medida segue determinação da Justiça do Trabalho, que reconhece a essencialidade dos serviços de limpeza urbana e a necessidade de manutenção das atividades em benefício da população.

Ainda segundo nota encaminhada ao Diário, a empresa garantiu que quatro das seis cidades já estão com 100% do efetivo em atividade após a realização das assembleias. Confira:

  • Praia Grande (Consórcio PG Eco Ambiental): 100% do efetivo em atividade;
  • Cubatão: 100% do efetivo em atividade;
  • Bertioga: 100% do efetivo em atividade;
  • São Vicente: 100% do efetivo em atividade;
  • Santos: varrição com 100% do efetivo e coleta com 70%, conforme deliberação em assembleia;
  • Guarujá: 70% do efetivo em atividade.

Além disso, o grupo Terracom Construção reforçou que, em relação ao Programa de Participação nos Resultados (PPR), os valores foram apurados e pagos em conformidade com os critérios estabelecidos em Acordo Coletivo de Trabalho, com base em metas previamente definidas e de conhecimento da categoria.

“O Grupo Terracom permanece à disposição da Justiça do Trabalho e do sindicato para quaisquer esclarecimentos necessários”, explica. 

Assim como foi divulgado pelo Diário, uma nova audiência para decidir a continuidade da paralisação está marcada para o dia 20 de março. “Até lá, os serviços seguem sendo prestados, conforme determinação judicial”, garante a empresa.

Entrevista coletiva no Sindicato

O Sindicato dos Trabalhadores em Asseio e Conservação e Limpeza Urbana da Baixada Santista convocou uma coletiva nesta terça-feira (17), às 11h30, para tratar da paralisação dos serviços de coleta de lixo em seis cidades da região.

O presidente do sindicato, André Domingues, dará detalhes sobre os motivos da paralisação, as reivindicações da categoria, os impactos do movimento para a população e os resultados das negociações com a empresa.

Funcionários pedem transparência 

Os funcionários da limpeza urbana de seis cidades da Baixada Santista começaram o dia útil desta segunda (16) de braços cruzados.

Afetando diretamente a coleta de lixo, colaboradores da empresa Terracom Construções exigem mais transparência nos valores pagos no PPR, referente ao ano-base de 2025.

Em resposta, a empresa ingressou com medida judicial no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região para contestar a paralisação de trabalhadores da limpeza urbana.

Em nota, a empresa aponta que a paralisação foi considerada “ilegítima”, pois, na avaliação do grupo, não atenderia aos requisitos estabelecidos pela Lei de Greve nº 7.783/1989 para interrupção de serviços essenciais, como a comunicação prévia e a garantia de manutenção das atividades indispensáveis à população.

O Siemaco Baixada Santista defendeu: “Classificar o movimento como ‘ilegitimo’ ignora o direito constitucional de organização sindical e mobilização dos trabalhadores. A categoria presta um serviço essencial à saúde pública e ao bem-estar da população da Baixada Santista”, conclui.