A Câmara de Santos é eclética (diversa, vasta, variada, multifacetada, versátil, polivalente). Por ofício, vereadores (as) têm que apresentar leis e fiscalizar o Executivo, mas sabe-se, por amostragem, que uma parte é “nem-nem” (não faz nem uma e nem outra), como observa santistas mais atentos.
De qualquer forma, os (as) parlamentares que costumam se manifestar travam lutas diferentes. A vereadora Débora Camilo (Psol) tem se dedicado à necessidade aprovar um projeto de lei sobre educação em sexualidade nas escolas, que visa proteger a infância da violência sexual, prevenir a gravidez precoce e reduzir o contágio por infecções sexualmente transmissíveis.
Acredita que nas escolas elas devem encontrar um lugar de informação, educação e acolhimento. Também luta por moradia a pessoas em vulnerabilidade social.
Benedito Furtado (PSB), defensor ferrenho da causa animal, conseguiu que a Câmara aprovasse o projeto de lei que cria o programa Saúde Animal da Família, a iniciativa vai agora ao prefeito Rogério Santos que tem 15 dias para sancionar ou vetar a iniciativa.
Chico Nogueira (PT) está brigando pela criação de um museu afro do Quilombo do Pai Felipe, na Vila Mathias. Além disso, vê a necessidade do movimento negro ser inteiramente participativo no projeto do museu. Chico também está sempre à frente das lutas dos trabalhadores portuários santistas.
Os vereadores Allison Sales (PL) e Lincoln Reis (Podemos) têm iniciativas contundentes em termos de fiscalização dos serviços públicos. O primeiro vive nas ruas ouvindo a população e o último já até tirou dinheiro do próprio bolso para recuperar ares-condicionados em próprios públicos.
Marcos Caseiro (PT) vem fazendo um trabalho pouco visto nos últimos anos na Casa de Leis: esclarecer aos pares os absurdos causados pela falta de informações sobre questões relacionadas à saúde pública e até sobre a importância das vacinas em tempos de terra plana.
O vereador apoiador de Israel, Fábio Duarte (PL), usa a bandeira de um governo (não o país) que já matou mais de 50 mil palestinos, sendo as maiores vítimas crianças.
A maior matança da história humana em guerras, se comparada à Segunda Guerra Mundial, proporcionalmente.
O governo israelense mata na Palestina 16,5 vezes mais crianças do que os nazistas mataram em Auschwitz, maior campo de extermínio da Alemanha. Cada um luta pelo que acredita!
