Um caso de Mpox foi registrado em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, durante o período de Carnaval. Entretanto, segundo a Vigilância Epidemiológica, a infecção aconteceu fora do município. Em 2025, foram registrados 11 casos da doença na capital gaucha.
Após a confirmação, a prefeitura do município reforçou as orientações para evitar a contaminação com a doença, que é causada por um vírus que pertence ao mesmo grupo da varíola.
Transmissão
Sua transmissão acontece por meio de contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva.
Em caso de presença de bolhas ou feridas, a recomendação é procurar uma unidade de saúde. Durante este período, é recomendado evitar contato íntimo ou físico prolongado com quem tiver essas lesões suspeitas na pele.
Como medidas de prevenção, devem ser adotadas ações como higienização frequente das mãos, evitar o compartilhamento de objetos e o uso de máscaras.
Origem
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1948, em macacos de pesquisa na Dinamarca. O primeiro registro da doença em seres humanos aconteceu em 1970, na atual República Democrática do Congo.
No período de incubação do vírus, o tempo entre o contágio e os primeiros sinais costuma variar entre 3 e 16 dias. Em alguns casos monitorados pelas autoridades de saúde, o intervalo pode chegar a até 21 dias.
Até o encerramento desta matéria, não foram confirmados casos de Mpox no estado de São Paulo.