Ilha turística do Brasil é o único lugar do mundo onde a Coca-Cola não é vermelha

A razão é muito nobre e tem influência em outras mudanças do gênero na região

O maior evento cultural do Norte acontece no Bumbódromo e em palcos considerados alternativos, com diversas apresentações de quadrilhas e grupos de dança e arte

O maior evento cultural do Norte acontece no Bumbódromo e em palcos considerados alternativos, com diversas apresentações de quadrilhas e grupos de dança e arte | Pexels

Não é segredo que o Brasil possui coisas únicas que surpreendem o mundo. Um exemplo disso é o Festival Folclórico de Parintins, ilha turística no Amazonas, quando a famosa Coca-Cola troca de cor.

Durante a festa típica da região, o tradicional refrigerante ganha o azul como sua principal tonalidade.

Obviamente, essa mudança tem uma explicação lógica e não é fruto de um capricho de acionistas. Parintins é palco de uma das maiores rivalidades do país: Boi Caprichoso (azul) e Boi Garantido (vermelho).

O maior evento cultural do Norte acontece no Bumbódromo e em palcos considerados alternativos, com diversas apresentações de quadrilhas e grupos de dança e arte.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional reconheceu o festival como Patrimônio Cultural do Brasil. A edição deste ano acontece entre os dias 27 e 29 de junho.

As inovações e tentativas de impressionar seu público são um lema da empresa. A nova garrafa da Coca-Cola surpreende ao lançar o desafio de só poder ser aberta em dupla.

A rivalidade é levada a sério na região. Além da Coca-Cola, a famosa cerveja Brahma também mudou sua cor para azul durante o festival, adequando-se à disputa. Normalmente, a marca é representada pela cor vermelha.

Como chegar?

Parintins, localizada no estado do Amazonas, é bastante conhecida justamente pelo Festival Folclórico de Parintins (Boi-Bumbá).

Até pela distância, a melhor forma de chegar à cidade é de avião, com voos partindo de Manaus que duram cerca de 1h15.

Também é possível ir de barco, saindo do Porto de Manaus. A viagem convencional leva em torno de 30 a 36 horas, enquanto barcos mais rápidos reduzem o tempo, embora o custo seja maior.

O acesso por estrada não é viável, sendo essencial optar pelo transporte aéreo ou fluvial.