Wilson Balboni é morador de Santos e, segundo ele, há falta de medicação para diabetes, entre eles o complexo B, nas policlínicas do Marapé e do Campo Grande. Balboni relatou ainda a falta de insumos, há mais de três meses, na unidade de Seção de Atendimento Domiciliar – SEADOMI.
O munícipe alega que não há fraldas geriátricas, agulhas e tubo para alimentação enteral, além de restrição à quantidade de esparadrapos e da pomada usada em eczema (um por pessoa)
“Toda vez que vou retirar minha medicação na policlínica os funcionários dizem que não estão mais recebendo a mesma quantidade, por isso acaba. No Seadomi, quando preciso ir buscar fraldas para minha sogra, eles falam que não têm vindo mais”, explica.
Ele diz que a sogra faz parte do programa de atendimento à domicílio há mais de um ano e que nunca houve problema. As queixas começaram nos últimos meses.
A Secretaria de Saúde de Santos informou que as policlínicas são abastecidas mensalmente com complexo B e demais medicamentos. Afirmou ainda que não há falta de insumos para os pacientes assistidos pela Seção de Atendimento Domiciliar (Seadomi). Apenas a fralda do tamanho G está em falta devido ao processo de licitação, mas os pacientes estão recebendo fralda do tamanho GG enquanto o abastecimento não é normalizado.
Quanto à restrição, disse que cada pessoa tem direito há 30 fraldas por mês, além de um esparadrapo e um tubo de pomada, para que seja possível atender um número maior de famílias.
