Praça em Santos é alvo de reclamação de moradores

Munícipes estão insatisfeitos com a falta de manutenção da Praça Manoel de Almeida

Frequentadores, principalmente, pais e mães, do Morro do Pacheco, em Santos, estão insatisfeitos com a falta de manutenção da Praça Manoel de Almeida, próxima à entrada do Município.

Isso porque boa parte dos brinquedos públicos está quebrada, causando até perigo às crianças que frequentam o local.

A situação fica mais latente nos finais de semana e feriados prolongados, pois muitas crianças têm o local como único espaço de lazer sem custos de locomoção.

No entanto, os assentos dos balanços estão quebrados e com correntes enferrujadas. Falta madeiramento na armação que leva ao escorregador.

Além dos brinquedos, os moradores do entorno e do morro alegam que a praça vive suja.

Jovens também sentem a falta de manutenção. Com sua quadra de esportes em péssimo estado de conservação, sem pintura de solo e faltando até gradis de proteção, não há opção. As calçadas do entorno também estão danificadas e falta lixeiras em vários pontos do logradouro.

Eles alegam que a Prefeitura não dá a mesma atenção aos equipamentos da orla. Fernando dos Santos Rodrigues é um dos insatisfeitos com a situação. Ele revela que muitos pais questionam se é digno expor os filhos a um local tão decadente.

“A Prefeitura deveria colocar um morador como responsável pelo local. Parece que não somos moradores de Santos. Queremos melhorias, mas parece que somos invisíveis”, afirma.

PREFEITURA.

A Secretaria de Serviços Públicos (Seserp) esclarece que o local recebe serviços regulares de varrição e limpeza. Sobre os equipamentos de lazer, a Seserp informa que está em curso o levantamento dos serviços necessários para os devidos reparos no playground, quadras de esporte e academia ao ar livre localizados na Praça Manoel de Almeida.

Foi finalizado recentemente o trâmite administrativo referente ao novo contrato da empresa vencedora da Ata de Registro de Preço para os serviços necessários, e a Subprefeitura da Região Central Histórica está mensurando os valores para o investimento. (Carlos Ratton)