Sexta-feira 13: veja os rituais curiosos das celebridades para espantar o azar

Entenda a origem do mito e veja como celebridades e atletas usam rituais para afastar o azar e atrair boas energias neste dia

Taylor em apresentação em Las Vegas, no ano de 2024

Taylor em apresentação em Las Vegas, no ano de 2024 | Instagram/Taylor Swift

A Sextafeira 13 é cercada por crenças populares em diferentes culturas e costuma reacender histórias sobre sorte, azar e rituais simbólicos. Entre simpatias tradicionais e hábitos repetidos para “espantar o mau agouro”, até celebridades admitem manter superstições no dia a dia. Confira alguns rituais curiosos abaixo.

Um dos exemplos mais conhecidos é o da cantora Taylor Swift, que transformou o número 13 em símbolo pessoal de sorte. A artista já contou em entrevistas que costuma escrever o número na mão antes de apresentações e afirma que vários momentos marcantes de sua carreira aconteceram em datas relacionadas a ele.

No esporte, a ex-tenista Serena Williams também ficou conhecida por manter rituais antes das partidas. Entre eles está o hábito de usar as mesmas meias durante um torneio e repetir determinados gestos antes do saque, práticas que acabaram incorporadas à rotina competitiva da atleta.

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A atriz Jennifer Aniston revelou em entrevistas que mantém uma superstição curiosa antes de embarcar em aviões. Segundo ela, costuma entrar na aeronave com o pé direito e tocar a parte externa do avião com a mão, gesto que considera um sinal de boa sorte.

Já a cantora Madonna costuma usar a tradicional pulseira vermelha associada à Cabala, frequentemente apontada como um amuleto de proteção espiritual.

Entre personalidades da cultura pop, a empresária e influenciadora Paris Hilton já afirmou ser supersticiosa e evitar números que considera azarados. No futebol, o atacante Cristiano Ronaldo também mantém rotinas específicas antes das partidas, repetindo hábitos de preparação como forma de preservar o foco.

Para especialistas em comportamento, rituais desse tipo são comuns entre pessoas que atuam sob pressão constante. A repetição de gestos ou objetos simbólicos pode funcionar como mecanismo psicológico de controle e confiança antes de momentos decisivos.