Funcionários de uma empresa de São Paulo se cotizam mensalmente para encaminhar R$ 400,00 para a Abase todo o mês. O dinheiro é usado para a compra de alimentos, cuja despesa mensal chega a R$ 2 mil. A ajuda, como qualquer outra, é bem-vinda.
Um dos desafios da entidade é pagar o aluguel do imóvel onde vai completar um ano de atividades: um sobrado localizado no número 93 da RuaConselheiro Lafaiete, no Embaré, em Santos.
.jpg)
A Abase atende atualmente 28 pessoas (tem capacidade para 30 atendimentos)e não conta com qualquersubvenção – em nenhumdos três níveis: municipal, estadual ou federal.
Os 200 colaboradores fixos são a principal fonte de renda, conforme destaca a tesoureira Maria Lúcia Pilhalarme de Oliveira, que divide ainda seu tempo em outra tarefa: ela é oficineira de musicalização. As tarefas são divididas entre 8 funcionários e 8 voluntários. A realização de bingos e jantares ajuda nas despesas da entidade.
“Precisamos de auxílio de empresários, que poderiam nos ajudar no custeio do aluguel ou no fornecimento de material para as oficinas”, comenta a coordenadora Juliana Chahda.
Outro pedido feito pela diretoria é bem mais simples. A casa quase não tem visibilidade. A Abase conta com uma velha faixa em sua sede e gostaria de uma placapara melhor identificá-la.