As parcelas de abril do Bolsa Família de 2026 já têm data marcada para começar a cair na conta. Segundo informações do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o repasse terá início no dia 16 para os beneficiários com o Número de Inscrição Social (NIS) final 1.
O programa alcançará 18,73 milhões de famílias em todos os municípios brasileiros, injetando um total de R$ 12,77 bilhões na economia. No mês anterior, o valor médio recebido por domicílio foi de R$ 683,75.
O calendário segue o padrão de escalonamento conforme o dígito final do NIS, estendendo-se até o último dia do mês. Além do valor base, o programa mantém os adicionais destinados a diferentes composições familiares, como os repasses para gestantes, crianças e nutrizes.
Para quem tiver dúvidas, os canais oficiais de atendimento são o Disque Social (121), o telefone da Caixa (111) e os aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem.
Datas de pagamento em abril de 2026
Os depósitos serão realizados de forma progressiva nos últimos dias úteis do mês. Confira os dias específicos para cada final de NIS:
- NIS final 1: 16 de abril
- NIS final 2: 17 de abril
- NIS final 3: 20 de abril
- NIS final 4: 22 de abril
- NIS final 5: 23 de abril
- NIS final 6: 24 de abril
- NIS final 7: 27 de abril
- NIS final 8: 28 de abril
- NIS final 9: 29 de abril
- NIS final 0: 30 de abril
Valores, benefícios adicionais e regras de acesso
O direito ao Bolsa Família é garantido às famílias inscritas no CadÚnico que possuam renda mensal de até R$ 218 por pessoa.
O governo assegura um repasse mínimo de R$ 600 por família, mas esse montante pode aumentar significativamente dependendo da presença de crianças e gestantes na residência.
Entre os benefícios complementares estão o adicional de R$ 150 para crianças de até seis anos e o acréscimo de R$ 50 para gestantes e jovens entre 7 e 18 anos.
Além disso, o Benefício Variável Familiar Nutriz oferece seis parcelas de R$ 50 para auxiliar na alimentação de bebês com até seis meses de vida.
Outro ponto importante é a chamada Regra de Proteção, que atualmente ampara mais de 2,3 milhões de famílias.
Esse mecanismo permite que, caso a renda da família aumente para além do limite de R$ 218 por pessoa (até o teto de R$ 706), os beneficiários continuem recebendo 50% do valor do auxílio por até 24 meses, garantindo uma transição mais segura para a autonomia financeira sem a perda imediata do suporte governamental.
