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As investigações que estavam em andamento na Operação Nácar, da Polícia Federal (PF), que apurou possíveis desvios de recursos públicos e crimes de corrupção na Prefeitura de Guarujá, foram suspensas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O processo de apuração pode ser reaberto caso surjam novas provas.
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O pedido da defesa do prefeito Suman para a suspensão do inquérito na segunda-feira (26) foi acolhido pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca. Há um ano, a mesma reivindicação já tinha sido feita pela advogada do secretário de Educação, Marcelo Nicolau.
A decisão pela suspensão das investigações levou em consideração o excesso de prazo na formação da culpa e oferecimento da denúncia pelo MPF.
Em nota, o prefeito Valter Suman comemorou a decisão. “Como médico e servidor público de carreira há mais de 30 anos, e à frente do Executivo Municipal desde janeiro de 2017, sempre pautei meus atos, como gestor, pelo respeito à administração pública, com ética, proatividade e transparência. Reeleito com a maior votação da história da Cidade em 2020 (112.672 votos, o equivalente a 75,6% do eleitorado), tive toda a minha trajetória de vida enxovalhada publicamente, com base em acusações inconsistentes da Operação Nácar”, afirmou Suman. “O trancamento do inquérito, após quase dois anos e seis meses dessas investigações e acusações inconscientes, ordenado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), demonstra claramente a injustiça sofrida em nossa gestão e vida particular. Seguimos de cabeça erguida, trabalhando e defendendo que o trabalho foi, é, e sempre será a melhor resposta. Reafirmamos o nosso compromisso com o crescimento de Guarujá, confiando na Justiça, como aconteceu até aqui.”
