UTI do Hospital Regional de Itanhaém entra na lista das mais eficientes do Brasil

A unidade 100% SUS, gerida pelo ISG, recebeu  o reconhecimento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira por gestão e qualidade

O Hospital Regional Jorge Rossmann, em Itanhaém

O Hospital Regional Jorge Rossmann, em Itanhaém | Divulgação/PMI

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional Jorge Rossmann (HRJR), em Itanhaém, foi classificada entre as mais eficientes do país em 2026 pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). O reconhecimento integra a listagem nacional que avalia o desempenho de UTIs com base em critérios de qualidade assistencial, segurança do paciente e uso adequado de recursos públicos.

A certificação da AMIB analisa indicadores como a taxa de mortalidade ajustada ao perfil dos pacientes, tempo de internação, cumprimento de protocolos clínicos e a rotatividade de leitos. O resultado destaca instituições que conseguem equilibrar o desfecho clínico positivo com a otimização da infraestrutura hospitalar.

A presença do HRJR no levantamento reforça o histórico da unidade no Litoral Sul. Em rankings anteriores do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), o complexo hospitalar já havia sido listado entre os melhores hospitais públicos do estado de São Paulo e do Brasil com atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a diretora técnica da unidade, Keila Alves Franchin, a conquista consolida o modelo de gestão regional. “Estar entre as UTIs mais eficientes do Brasil é um reconhecimento que reflete o trabalho consistente das nossas equipes multiprofissionais e o compromisso com uma assistência segura, humanizada e baseada em protocolos. Esse resultado mostra que é possível aliar excelência clínica e gestão eficiente, garantindo o melhor cuidado aos pacientes e o uso responsável dos recursos públicos dentro do SUS”, afirma ela.

Gerido pelo Instituto de Saúde e Gestão Brasil (ISG), o Hospital Regional Jorge Rossmann atua como polo estratégico de média e alta complexidade na Baixada Santista, desafogando a rede de saúde dos municípios vizinhos.