Bolsonaro é indiciado pela PF em inquérito sobre tentativa de golpe de estado; entenda

Outros ligados ao ex-presidente também foram adicionados em documento com mais de 800 páginas

Em fevereiro de 2025, a denúncia foi formalizada e, pouco tempo depois, transformada em ação penal

Agora, cabe à Procuradoria Geral da República (PGR) denunciar ou não os nomes indicados | Agência Brasil

Na manhã desta quinta-feira (21), o ex-presidente Jair Bolsonaro foi indiciado pela Polícia Federal. As autoridades alegam abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado e organização criminosa.

O caso foi adicionado ao inquérito que investiga a tentativa de golpe de estado após a vitória de Lula nas eleições de 2022.

Em suma, o relatório final, que possui mais de 800 páginas, foi concluído nesta mesma quinta-feira e entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Agora, cabe à Procuradoria Geral da República (PGR) denunciar ou não os nomes indicados.

Além de Bolsonaro, Augusto Heleno ( ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional), Braga Netto ( ex-ministro da Casa Civil e da Defesa e candidato a vice na chapa de 2022), Alexandre Ramagem ( delegado e ex-presidente da ABIN) e Valdemar Costa Neto ( presidente do PL) também foram adicionados a denúncia.

As penas variam para cada crime: golpe de estado ( 4 a 12 anos), Abolição violenta (4 a 8 anos) e ser membro de organização criminosa (3 a 8 anos).