Enquanto mãe vendia bala no farol, filha de um ano é sequestrada em SP

O crime aconteceu em Santo Amaro, na zona sul da Capital, na noite da última sexta-feira; possível sequestro teria sido praticado por dois homens e uma mulher

A mãe da garota descreveu à Polícia Civil as características dos criminosos em busca de auxiliar na busca por Isabela da Silva Nascimento

A mãe da garota descreveu à Polícia Civil as características dos criminosos em busca de auxiliar na busca por Isabela da Silva Nascimento | Reprodução

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) e a Polícia Militar e Civil estão realizando buscas pela garota de 1 ano e 11 meses, identificada como Isabela da Silva Nascimento, que foi sequestrada na última sexta-feira (30) em Santo Amaro, na zona sul da Capital. O crime teria acontecido enquanto sua mãe vendia balas em um farol. O caso segue em investigação. 

Segundo informações divulgadas pelo portal ‘R7’, no dia do crime, Evanisa Vieira da Silva estava no cruzamento entre as ruas Coronel Luís Barroso e Vera Cruz, quando dois homens e uma mulher que estavam em um celta Sedan de cor cinza, pararam e raptaram a criança, conforme relatado no Boletim de Ocorrência.

A mãe da garota descreveu à Polícia Civil as características dos criminosos em busca de auxiliar na busca pela menina.

A tia da garota relatou que os pais de Isabella e seus outros seis filhos vieram da Bahia para São Paulo em busca de melhores condições de vida. Eles estariam na Capital faz cinco meses. 

Suspeitos

Em depoimento, a mãe descreveu as características físicas do trio para auxiliar nas buscas. Um suspeito era pardo e o outro negro, ambos teriam 1,75 m de altura. Os dois estavam usando touca. Um deles possui uma tatuagem de cobra. Já a mulher tem cerca de 1,70 m de altura e possui cabelos brancos e lisos.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou em nota ao “R7”, que “a mãe prestou depoimento na delegacia, e o caso foi registrado como sequestro pelo 11° DP (Santo Amaro), sendo solicitado apoio ao DHPP. Qualquer denúncia sobre o paradeiro da criança deve ser feita à polícia”.