Apesar de algumas estatísticas nos apresentarem dados alarmantes de vítimas de feminicídio em nosso país, em 2022 segundo dados da secretaria de segurança pública do estado, a cada dois dias uma mulher foi morta por motivos de violência doméstica.
Mesmo assim, ainda temos o que comemorar. A data de 8 de março representa a resiliência em fazer a sociedade atual entender que a mulher não é melhor e nem pior do que o homem, que deve e pode caminhar ao lado, simbolizando a igualdade de gêneros. A luta hoje é pelo respeito e a permanência da equidade de fatores que nos proporcionem a disputar espaços ainda ocupados pela maioria masculina. Como a arbitragem futebolística, operações portuárias e de navegação, ou até mesmo a mecânica e por aí vai.
De acordo com a Semesp , órgão que representa todas as instituições de ensino superior do país, o número de mulheres em cargos de liderança subiu de 42,5% para 44,5% entre 2015 à 2021 e 18,2% na empregabilidade formal. Isso nos mostra que estamos no caminho certo.
Apenas queremos que os cargos ocupados por mérito sejam respeitados e que se acabe de vez com o preconceito ainda muito latente no nosso dia a dia. Ainda nos deparamos com muitos casos de belas mulheres que ocupam cargos de chefia atribuídos de forma preconceituosa à sua beleza e não a sua capacidade técnica e de liderança. Principalmente quando seu superior é do sexo oposto.
Por mais respeito sim senhor!
*Thaís Margarido, jornalista e gestora pública. Instagram.com/thaismargaridooficial/
