O recado das centrais sindicais nas festas pelo Dia do Trabalhador, foi de que a greve geral da última sexta (28) contra as reformas promovidas pelo governo de Michel Temer foi “só o começo”.
No ato da Força Sindical, no Campo de Bagatelle o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), presidente da entidade, disse que “se o governo não entendeu, vai ter mais”, referindo-se a nova paralisação contra as mudanças nas legislações trabalhista e previdenciária.
A possibilidade de nova greve também permeou o ato da CUT na av. Paulista -que ainda fez festa na praça da República (região central de SP). O presidente Vagner Freitas convocou uma marcha a Brasília quando o Congresso votar a reforma da Previdência
E nesse clima, os sindicalistas estão se preparando para invadir Brasília a fim de acompanhar de perto as votações das reformas trabalhista e previdenciária, que ocorrem ainda neste mês no Senado (trabalhista) e na Câmara (previdenciária).
