Segundo o jornalista Ascânio Selene, diretor do jornal O Globo, Bolsonaro já deu início uma espécie de pente fino nas redes sociais de funcionários de cargos comissionados, ou seja, sem estabilidade, para identificar e demitir pessoas que publicaram termos como “ele não”, “fora, Temer”, “foi golpe” e “Marielle vive”. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, anunciou ontem a exoneração de cerca de 300 servidores comissionados da pasta.