Desde 2013, o MPF aguarda pelo funcionamento dessas UAs em Guarujá. Conforme informado pelo procurador, ainda na gestão anterior (2013-2016), a Administração aderiu ao programa federal “Crack, é Possível Vencer” e se comprometeu a viabilizar as duas unidades de acolhimento mencionadas. No entanto, passados quase seis anos, nenhuma saiu do papel e sequer há previsão quanto a isso. A alegação é de que faltam condições financeiras para a Prefeitura arcar com os custos dos equipamentos.