O candidato analisa que as principais obras de infraestrutura do país, como portos, ferrovias e aeroportos, deveriam ser garantidas por um plano nacional de desenvolvimento, que as manteria independentemente dos governantes e destravaria as burocráticas amarras da legislação. “Essas construções, importantes para o país, deveriam ser encaradas como uma exceção jurídica”, defende, citando o exemplo de uma obra que deveria ter essa exceção jurídica: o novo acesso à Baixada Santista, aprovado neste ano e que deve ser concluído em abril de 2021.