A permissionária também mostrou outras preocupações, como “com o odor porque por mais que o novo prédio seja climatizado, é em ambiente fechado; local para estacionar os caminhões (atualmente ficam no pátio do Terminal Pesqueiro Público de Santos), tamanho do refeitório; área para desembarque da mercadoria; e falta de um local específico para estoque e atividades financeiras”, ressaltou, informando que não aconteceram conversas anteriores à apresentação do projeto entre o poder público e os permissionários, apenas foram comunicados quando tudo já estava pronto.