Com a constante utilização da Inteligência Artificial (IA) na criação de conteúdo, muitas pessoas acreditam que a ferramenta pode ser extremamente útil, enquanto outras repudiam sua utilização. Um exemplo recente é a artista japonesa Kei Urana, criadora do anime Gachiakuta, que decidiu sair do X (antigo Twitter) devido a recriação de suas artes originais com IA.
@@NOTICIA_GALERIA@@
Para complementar esses acontecimentos, um evento realizado entre a FGV (Faculdade Getúlio Vargas) e a IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau – Agência de Pubilidade Interativa) mostrou que pelo menos 55% dos recursos tecnológicos fornecidos por IAs serão utilizados nos ramos de Comunicação e Marketing.
Aproveite e veja também: Por que nascidos entre 1950 e 1970 são mais resilientes que a geração mais jovem?
Do mesmo modo, ainda segundo a IAB, boa parte da Geração Z, juntamente da nova geração (Millenals) são contra ou não se sentem positivos em relação à produção de anúncios utilizando da tecnologia tão polêmica. Esse pensamento é contrário ao que muitos executivos de publicidade acreditam, visto que, ainda segundo os dados, 82% assumem que os jovens se sentiriam atraídos pela nova maneira de criar conteúdo publicitário.
A questão que fica e está sendo amplamente discutida ao redor do mundo é se a IA deve ser utilizada em todos os possíveis contextos, e quando essa utilização pode ultrapassar dos limites legais e éticos.
Aproveite e leia também: Especialista em IA alerta: quem não se atualizar, não vai conseguir trabalhar
*O texto contém informações dos portais B9, FGV e IAB
