O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente diversos métodos contraceptivos, que vão desde pílulas anticoncepcionais até dispositivos intrauterinos (DIU).
Entre os mais procurados, estão o DIU de cobre, anticoncepcionais orais e injetáveis, preservativos internos e externos e o implante subdérmico (implanon).
De acordo com o Ministério da Saúde, atualmente o SUS oferece:
- DIU de cobre
- Anticoncepcional oral combinado
- Anticoncepcional injetável combinado (mensal)
- Anticoncepcional injetável de progestágeno (trimestral)
- Pílula de progestágeno isolado
- Contracepção oral de emergência (pílula do dia seguinte)
- Preservativo interno
- Preservativo externo
- Implante subdérmico (implanon)
Três métodos não estão incluídos na cobertura gratuita: o adesivo anticoncepcional, o anel vaginal e o DIU Kyleena — um tipo de DIU hormonal que libera progesterona.
A novidade é que o DIU Mirena, também hormonal e indicado principalmente para casos de endometriose, foi aprovado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) em junho de 2025. O prazo para que ele esteja disponível na rede pública é de até 180 dias.
Como escolher o melhor método contraceptivo?
Segundo a ginecologista Juliana Teixeira, a escolha deve ser feita com base em dois critérios: segurança e conforto. “Primeiro de tudo, precisa ser seguro. Depois, é importante que faça sentido para os seus hábitos e preferências”, explica.
Para definir o método ideal, fatores como rotina, tolerância ao sangramento, histórico de saúde e objetivo do uso devem ser avaliados em consulta médica. O atendimento pode ser feito diretamente na rede pública ou no particular, com posterior retirada do método no posto de saúde.
Como conseguir pelo SUS
Para solicitar um método contraceptivo gratuito, é preciso agendar uma consulta ginecológica no posto de saúde. Em alguns casos, o paciente pode apresentar a prescrição de um médico particular e receber o método diretamente na unidade.
